9 May 2012 6:53 AM, PDT | SplitScreen | See recent SplitScreen news »

Este ano na competição nacional do IndieLisboa 2012 constavam três documentários num total de cinco obras a concurso. Um fenómeno nada incomum para o festival, já que em nove edições foram consagrados sete documentários com o prémio de Melhor Longa-Metragem Portuguesa. É um dado potencialmente curioso e que demonstra a boa forma que o cinema documental tem apresentado nos últimos anos. Mas o mais curioso é que uma dos mais interessantes obras a concurso deste ano, catalogada nessa categoria, é também uma desconstrução do género. Falamos de A Casa, primeira longa-metragem de Júlio Alves, exibido nas secções Competição Nacional e Cinema Emergente do festival.

Em conversa com o realizador percebemos que essa intenção foi propositada. «Eu não queria fazer um documentário típico. Quando ligas a câmara não sabes muito bem onde começa e acaba o documentário. Tem como base o documentário, mas não é necessariamente um, acho que é mais um objecto fílmico. »

- Tiago Ramos

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